Quem disse que mórmon não gosta de cultura?


Eu já contei que eu tocava blues?

Então, já faz pelo menos uns dois anos que não toco bateria e está mais que decidido que retornaremos aos palcos: eu, Marcos e o Sandrão.

Eu posso contar a minha história de musica?

Quem me conhece, sabe da minha história como batera e tudo começou quando eu conheci um tal de Eduardo e montamos uma banda chamada Sessão das Dez e eu decidi tocar bateria. Mas tinha um porém: eu NUNCA toquei bateria. E nem tinha. No entanto, a banda não deslanchou. E nessa época, eu conheci a Lívia, uma tampinha magrelinha fã do Guns N’ Roses que tocava guitarra. Eu e o Eduardo ficamos super amigos dela e decidimos montar uma banda, o TEL (Tatiane, Eduardo e Lívia). O nome veio como uma brincadeira, mas pegou. Durante a minha amizade com o Eduardo e meu fanatismo pelo The Doors, conheci o Blues. Embora o Eduardo tocasse violão com a gente, ele tinha uma paixão secreta por gaitas. Foi aí que conheci Hollin’ Wolf, Bo Diddley, John Lee Hooker, Sonny Boy Williamson, Robert Johnson…

O TEL tocava bem meia boca: um violão bem fuleiro, uma pandeirola velha e uma guitarra bacana (era o único bom instrumento que a banda tinha), mas a gente gravava, fazia composições e deslanchava. E foi no dia do meu 16º aniversário que minha mãe me deu uma bateria de presente.

Sabe como descobri minha vocação como baterista?

A Lívia tem uma amiga, a Carol, que tinha uma Pearl (considerada uma das marcas mais cobiçadas de bateria) e ela me ensinou. Em poucos instantes, já estava tocando e a Lívia ficou super impressionada com o meu desempenho. Foi daí que a Carol disse “Taty, você tem jeito pra bateria”.

E o TEL tocou em vários lugares e tocamos com várias pessoas. Entre eles, o QPam, vocalista da banda Decore (tocamos contrabaixo juntos).

Por falar em Decore, o TBex, baixista da banda, tocou pelo menos um ano com a gente. Ele sempre fala que quem o descobriu e o quem colocou no mundo da música foi eu e hoje está numa banda grande e tocaram até na Europa (chique no úrtimo).

Bem, o Betão quis tocar com o QPam e, durante isso, o QPam tocou comigo (confesso que foi um dos melhores caras que toquei na minha vida). E no mesmo dia que o QPam tocou, o Eduardo decidiu sair da banda para tocar Blues.

A banda teve a sua segunda formação: Eu, Lívia, Jefferson (que, durante os ensaios do TEL, aprendeu a tocar guitarra muito bem), Cae e Elvio (como tecladista). Bem, o Cae saiu da banda (tocou contrabaixo por um pouco período e DEVERIA voltar a tocar porque estava se saindo super bem), o Elvio também. E entrou o Uillians.

Daí conheci o Marcos. E ele sempre falou de um tal de Sandro, que tocava pra caramba.

Foi num dia que, a gente já morando juntos, que o Marcos conseguiu o telefone do Sandro e ele foi em casa. Quando o Sandro tocou “Go Home” do Ten Years After, fiquei tão impressionada com a pegada, com o modo nada virtuoso dele tocar, com o feeling do moleque (na época, o Sandro tinha 19 anos… sim, só 19 anos) que decidi NA HORA largar o mundo do Rock and Roll e tocar adivinha?

Blues! Que nem o Eduardo.

Foi amor à primeira vista e confesso que estava meio de saco cheio de metal, de Rock… queria algo diferente e assim, montamos uma banda de Blues.

Mas… e o nome da banda?

Foram vários nomes selecionados. O primeiro era “Ailton Carpenter’s Blues Band” (nome do pai do Sandro que é carpinteiro), mas como o Sandro teve uma discussão com o pai, ficou enfezado e resolveu mudar o nome. Daí decidimos colocar de “Blues In Flames” e quando o Sandro foi falar o nome da banda, saiu “Blues Infames”. Rimos. E ficou.

E o resultado foi isso:

Fomos bem elogiados nas nossas apresentações. Titio Marco Antonio, por exemplo, vive me enchendo os pacovacos pra gente voltar a tocar. No entanto, ele mesmo disse que se a gente tivesse uma demo, ele faria de tudo pra gente tocar n’O Garimpo num programa chamado “Kiss In Concert”, que rola todo o domingo.

Foi por causa desses elogios que a gente decidiu voltar.

E por que paramos? Bem, a gente vivia em momentos muito difíceis: o Marcos vivia desempregado e o Sandro também. Agora que tudo se estabilizou, a gente resolveu voltar.

Então aguardem o retorno do Blues Infames e, desta vez, com a corda toda!

O Marcos, sábado, disse que estava com vontade de fazer uma viagem diferente no final do ano. Não praia, porque vive cheio. Matutando, disse à ele: “Ouro Preto?” e ele pensou “pode ser”, mas falei uma coisa que talvez ele não concordasse: “por que não visitamos São Paulo? Tem tanta coisa aqui…”. Ele olhou para cima e disse “perfeito! Gostei da idéia!”

A questão é o seguinte: somos paulistas, da gema. Os pais do Marcos são paulistas, assim como os meus. Então, por que não conhecer nosso terreno?

Assim, diria a Evelin: “tenho uma relação de amor e ódio com São Paulo” e comigo não é diferente. Embora a violência e as favelas (onde isso não tem? Paris? Duvido!), São Paulo tem grandes atrações culturais (e, pasme, muitos baratíssimos e até gratuítos!) e disso tenho orgulho da minha cidade. As vezes, falo em sair daqui, mas quando penso nisso, meu coração aperta um bocado.

Daí encontrei nesse site, trinta coisas que você tem que fazer em São Paulo. Isso seria mais adequado àqueles que vem visitar (colocarei algumas críticas minhas):

  1. Comer sanduíche de mortadela e pastel de bacalhau no Mercado Municipal;
  2. Conferir os Cantos Gregorianos do Mosteiro de São Bento;
  3. Assistir a um concerto na Sala São Paulo ou no Teatro Municipal,
  4. Apreciar a vista da Torre do Banespa;
  5. Assistir à montagem de um musical da Broadway numa das casas de espetáculos;
  6. Fazer um roteiro de compras entre a Rua 25 de Março, os bairros do Brás e do Bom Retiro;
  7. Jantar no Terraço Itália apreciando a vista em 360º de São Paulo;
  8. Visitar um dos grandes museus da cidade, como Masp e Museu do Ipiranga;
  9. Curtir os bares da Vila Madalena e as baladas da Vila Olímpia;
  10. Visitar o Parque do Ibirapuera e suas atrações;
  11. Fechar a noite numa das inúmeras padarias 24 horas da cidade;
  12. Caminhar à noite pela Avenida Paulista;
  13. Visitar o diferente Museu da Língua Portuguesa e a incrível Pinacoteca, ambos na Luz;
  14. Conhecer centenas de espécies de animais no Zoológico e dar uma esticada até o Jardim Botânico;
  15. Conferir o cardápio de uma das cantinas do Bixiga;
  16. Visitar a rota das grandes grifes internacionais na rua Oscar Freire e no Shopping Iguatemi;
  17. Tomar um chá no restaurante Skye, do Hotel Unique;
  18. Assistir a um páreo no Jockey Club;
  19. Subir no Pico do Jaraguá;
  20. Passar um dia relaxando em um dos vários spas, com direito a banho de ofurô e massagem relaxante;
  21. Visitar as feiras da Liberdade e da Praça Benedito Calixto;
  22. Ir a uma das 1500 pizzarias da cidade;
  23. Conferir uma corrida no Autódromo de Interlagos;
  24. Assistir a um jogo no Estádio do Pacaembu;
  25. Passear em umas das mega livrarias de São Paulo, como a Cultura, do Conjunto Nacional, e a Fnac, na Paulista;
  26. Visitar uma das centenas de exposições da cidade;
  27. Tomar um café em uma das cafeterias internacionais, como Havana e Starbucks;
  28. Passear pelo Centro Histórico, passando pelo Pateo do Collegio, Largo São Francisco, Marco Zero e Catedral da Sé;
  29. Visitar uma grande feira em um dos centro de convenções paulistanos, como o Parque Anhembi;
  30. Participar de um ensaio em uma quadra de escola de samba.

Eu colocaria mais um, até mesmo no lugar do 30º: se divertir no Playcenter, por exemplo (acredita que o Marcos NUNCA foi ao Playcenter?). Algumas pessoas diriam Hopi Hari, mas aqui falamos da cidade de São Paulo. O Hopi Hari já está fora da cidade (embora valha a pena visitar).

Cult? Eu? Ah, mais ou menos! O Marcos fica me enchendo os pacovacos por causa desse pensamento muito cult que tenho (ou ele quer que viro uma “mulher fruta”?).

Uma coisa que adoro visitar é museu. É calmo, silencioso, tranquilo… Por isso, quem sabe quando eu ficar com uma graninha extra pra fazer uma viagem (também leia-se “quando eu ficar rica”), eu possa visitar algum desses museus? Claro que os 10 ficam em Paris, EUA e Inglaterra. Apenas um que fica localizado em Roma, no Vaticano. Bem, eu nunca tive essa loucura parisiense, mas… quem sabe?

A Velna, uma mulher membro da ala que vou, passou as férias na Europa (chique no úrtimo!) e me contou sobre o museu de Louvre. A fila é enorme mas, segundo ela, mas vale a pena…

As fotos dos museus estão aqui.

1. Louvre, Paris – É, de longe, o mais visitado museu do mundo e parada obrigatória para quem quer conhecer os maiores frutos da civilização, começando no Egito, passando pela Vênus de Milo, pela Monalisa, e chegando até o século XIX. Em 2008, foram ao Louvre 8,5 milhões de pessoas.

2. British Museum, Londres – Fundado em 1753, é um dos primeiros do mundo moderno. Seu acervo possui mais de 7 milhões de objetos de todos os continentes (muitos guardados por falta de espaço). Entre suas relíquias mais famosas está a Pedra de Roseta, um bloco de granito negro com as inscrições que deram a chave para entender os hieróglifos egípcios.

3. National Gallery of Art, Washington D.C. – Possui uma coleção de 116 mil pinturas, desenhos, fotografias, esculturas e outras obras de arte produzidas no Ocidente. Mais antiga, sua ala oeste guarda trabalhos europeus e americanos criados até o começo do século XX. Obras mais recentes ficam na parte leste do museu.

4. Tate Modern, Londres - Existe um caso de amor entre o público e o local, embora alguns críticos digam que a bela vista do Tâmisa influencia nesse sucesso. Instalado em uma antiga usina, possui mais de 60 mil trabalhos de arte moderna em constante rotação, incluindo Matisse, Warhol, Duchamp, Rodin e Rothko.

5. Metropolitan Museum of Art, Nova York – Megalômano, o MET, como é conhecido, se gaba por ter 2 milhões de peças de arte, abrangendo 5 mil anos de cultura, da pré-história ao presente. Essa coleção não se restringe exclusivamente a obras ocidentais, o que torna o museu um ótimo lugar para conhecer também a arte asiática e islâmica.

6. Museus Vaticanos, Roma – Como o próprio nome diz, não é uma, e sim um conjunto de instituições culturais da Santa Sé, dispostas em um mesmo local. O gigantesco acervo é formado pelas obras artísticas e peças antigas reunidas pelos papas ao longo de muitos séculos. Destaque para as estátuas e bustos clássicos, os artefatos egípcios e etruscos e para as pinturas renascentistas.

7. National Gallery, Londres – O grande trunfo desse museu não é a quantidade de obras, mas a qualidade delas. Há aqui pinturas do século XIII ao fim do XIX, bastante representativas para seus períodos, como os jogos de luz de Caravaggio, a vênus com seu espelho de Velázquez e girassóis de Van Gogh.

8. Musée d’Orsay, Paris – Instalado em uma antiga estação de trem, contém uma supercoleção de obras impressionistas – Monet, Renoir, Pissarro, Sisley, Degas, Manet – e pós-impressionistas – Van Gogh, Cézanne, Seurat, Matisse. Exibe ainda trabalhos de Art Nouveau.

9. Musée d’Art Moderne de la Ville, Paris – Seu acervo ilustra as principais correntes do século XX, como fauvismo, cubismo, dadaísmo, surrealismo e expressionismo. No total, são mais de oito mil obras, incluindo de Matisse, Picasso, Braque, Modigliani e Chagall.

10. Museum of Modern Art, Nova York – Foi criado em 1929 para apresentar aos nova-iorquinos a vanguarda das artes. Passados 80 anos e muitas reformas, o MoMA possui hoje mais de 150 mil pinturas, desenhos, esculturas, peças de design e fotografias, entre outros. Visite para ver obras-primas como Noite Estrelada, de Van Gogh, Les demoiselles d’Avignon, de Picasso, e Dança, de Henri Matisse.

Modernismo não é bem a minha praia. Antropofagia? Longe de mim! Não curto aquelas coisas tortas, cacos de vidros, remendos e as pessoas falarem que é “arte”. Um penico em cima de um cabo de vassoura, aos modernistas, é arte. Andy Warhol não desce! Ainda prefiro o Roy Licheinstein.

Se eu fosse visitar algum museu, seria os mais “antigos”, com mais histórias e menos pinturas (não sou tão fã de pintura. Gosto, mas não é o meu favorito. A não ser que eu fosse com o Panther, um amigo meu artista, apaixonado por pinturas), mas eu até me arriscaria em ver Monet, Velazques, Caravaggio, Van Gogh e etc. Só pra falar “ai, eu vi” e ficar de metida com os outros (hehehehehehehe…). Não sei se em um desses museus tem as pinturas de William Blake. Esse, eu realmente não perderia.

… mas como sou pobre, pobre, eu fico com os museus paulistas. E, cá entre nós? Aqui temos bastante cultura! E como temos! Uhú! Além de bons, beeeeeeeeeeeem baratos!

Hum… vou abrir um tópico sobre a arte paulista e museus bons, lugares bacanas para se visitar. O que acha?

Ah, sim: eu encontrei no site do Terra.

Muitas dessas fotos vocês viram de algum lugar mas não sabem de onde vieram, certo? Então, eis as fotos e as histórias de cada uma delas:
A imagem de Che

A famosa foto de Che Guevara, conhecida formalmente como “Guerrilheiro Heróico”, onde aparece seu rosto com a boina negra olhando ao longe, foi tirada por Alberto Korda em cinco de março de 1960 quando Guevara tinha 31 anos num enterro de vítimas de uma explosão. Somente foi publicada sete anos depois.
O Instituto de Arte de Maryland – EUA denominou-a “A mais famosa fotografia e maior ícone gráfico do mundo do século XX”. É, sem sombra de dúvidas, a imagem mais reproduzida de toda a história expressa um símbolo universal de rebeldia, em todas suas interpretações, (segue sendo um ícone para a juventude não filiada às tendências políticas principais).
A agonia de Omayra

Omayra Sanchez foi uma menina vítima do vulcão Nevado do Ruiz durante a erupção que arrasou o povoado de Armero, Colômbia em 1985. Omayra ficou três dias jogada sobre o lodo, água e restos de sua própria casa e presa aos corpos dos próprios pais. Quando os paramédicos de parcos recursos tentaram ajudá-la, comprovaram que era impossível, já que para tirá-la precisavam amputar-lhe as pernas, e a falta de um especialista para tal cirurgia resultaria na morte da menina. Omayra mostrou-se forte até o último momento de sua vida, segundo os paramédicos e jornalistas que a rodeavam.
Durante os três dias, manteve-se pensando somente em voltar ao colégio e a seus exames e a convivência com seus amigos.
O fotógrafo Frank Fournier, fez uma foto de Omayra que deu a volta ao mundo e originou uma controvérsia a respeito da indiferença do Governo Colombiano com respeito às vítimas de catástrofes. A fotografia foi publicada meses após o falecimento da garota.
Muitos vêem nesta imagem de 1985 o começo do que hoje chamamos Globalização, pois sua agonia foi vivenciada em tempo real pelas câmaras de televisão de todo o mundo.
Espreitando a Morte

Em 1994, o fotógrafo Sudanês Kevin Carter ganhou o prêmio Pulitzer de foto jornalismo com uma fotografia tomada na região de Ayod (uma pequena aldeia em Suam), que percorreu o mundo inteiro.
A figura esquelética de uma pequena menina, totalmente desnutrida, recostando-se sobre a terra, esgotada pela fome, e a ponto de morrer, enquanto num segundo plano, a figura negra expectante de um abutre se encontra espreitando e esperando o momento preciso da morte da garota.
Quatro meses depois, abrumado pela culpa e conduzido por uma forte dependência às drogas, Kevin Carter suicidou-se.
O homem do tanque de Tiananmen

Também conhecido como o “Rebelde Desconhecido”, esta foi a alcunha que foi atribuído a um jovem anônimo que se tornou internacionalmente famoso ao ser gravado e fotografado em pé em
frente a uma linha de vários tanques durante a revolta da Praça de Tiananmen de 1989 na República Popular Chinesa.
A foto foi tirada por Jeff Widener, e na mesma noite foi capa de centenas de jornais, noticiários e revistas de todo mundo. O jovem estudante (certamente morto horas depois) interpôs se a duas linhas de tanques que tentavam avançar. No ocidente as imagens do rebelde foram apresentadas como um símbolo do movimento democrático Chinês: um jovem arriscando a vida para opor-se a um esquadrão militar.
Na China, a imagem foi usada pelo governo como símbolo do cuidado dos soldados do Exército Popular de Libertação para proteger o povo chinês: apesar das ordens de avançar, o condutor do
tanque recusou fazê-lo se isso implicava causar algum dano a um cidadão.
O beijo do Hotel de Ville

Esta bela foto, que data de 1950, é considerada como a mais vendida da história. Isto devido à intrigante história com a que foi descrita durante muitos anos: segundo contava-se, esta foto foi tirada fortuitamente por Robert Doisneau enquanto encontrava-se sentado tomando um café.
O fotógrafo acionava regularmente sua câmara entre as pessoas que passavam e captou esta imagem de amantes beijando-se com paixão enquanto caminhavam no meio da multidão.
Esta foi a história que se conheceu durante muitos anos até 1992, quando dois impostores se fizessem passar pelo casal protagonista desta foto. No entanto o Sr. Doisneau indignado pela falsa declaração, revelaria a história original declarando assim aquela lenda: a fotografia não tinha
sido tirada a esmo, senão que se tratava de dois transeuntes que pediu que posassem para sua lente, lhes enviando uma cópia da foto como agradecimento. 55 anos depois Françoise Bornet (a mulher do beijo) reclamou os direitos de imagem das cópias desta foto e recebeu 200 mil dólares.
Protesto silencioso

Thich Quang Duc, nascido em 1897, foi um monge budista vietnamita que se sacrificou até a morte numa rua movimentada de Saigon em 11 de junho de 1963. Seu ato foi repetido por outros
monges. Enquanto seu corpo ardia sob as chamas, o monge manteve-se completamente imóvel. Não gritou, nem sequer fez um pequeno ruído.
Thich Quang Duc protestava contra a maneira que a sociedade oprimia a religião Budista em seu país. Após sua morte, seu corpo foi cremado conforme à tradição budista. Durante a cremação seu coração manteve-se intacto, pelo que foi considerado como quase santo e seu coração foi transladado aos cuidados do Banco de Reserva do Vietnã como relíquia.
The Falling Man

The Falling Man é o título de uma fotografia tirada por Richard Drew durante os atentados do 11
de setembro de 2001 contra as torres gêmeas do WTC. Na imagem pode-se ver um homem atirandose de uma das torres.
A publicação do documento pouco depois dos atentados irritou a certos setores da opinião pública norte-americana. Ato seguido, a maioria dos meios de comunicação se auto-censurou, preferindo mostrar unicamente fotografias de atos de heroísmo e sacrifício. Ah sim… Mas eles passaram exaustivamente na TV a morte de Saddam…
Triunfo dos Aliados

Esta fotografia do triunfo dos aliados na segunda guerra, onde um soldado Russo agita a bandeira
soviética no alto de um prédio.
Protegendo a cria

Uma mãe cruza o rio com os filhos durante a guerra do Vietnã em 1965 fugindo da chuva de bombas americanas.
Necessidade

Soldados e aldeãos cavam sepulturas para as vítimas de um grande terremoto acontecido em 2002 no Irã enquanto um menino segura as calças do pai antes dele ser enterrado.
A menina do Vietnã

Em oito de junho de 1972, um avião norte-americano bombardeou a população de Trang Bang com napalm. Ali se encontrava Kim Phuc e sua família. Com sua roupa em chamas, a menina de nove anos corria em meio ao povo desesperado e no momento, que suas roupas tinham sido
consumidas, o fotógrafo Nic Ut registou a famosa imagem.
Depois, Nic levou-a para um hospital onde ela permaneceu por durante 14 meses sendo submetida a 17 operações de enxerto de pele.
Qualquer um que vê essa fotografia, mesmo que menos sensível, poderá ver a profundidade do sofrimento, a desesperança, a dor humana na guerra, especialmente para as crianças.
Execução em Saigon

“O coronel assassinou o preso; mas e eu… assassinei o coronel com minha câmara? – Palavras de
Eddie Adams, fotógrafo de guerra, autor desta foto que mostra o assassinato, em um de fevereiro de 1968, por parte do chefe de polícia de Saigon, a sangue frio, de um guerrilheiro do Vietcong.
Adams, correspondente em 13 guerras, obteve por esta fotografia um prêmio Pulitzer; mas ficou tão emocionalmente tocado com ela que se converteu em fotógrafo paisagístico.
A menina Afegã

Sharbat Gula foi fotografada quando tinha 12 anos pelo fotógrafo Steve McCurry, em junho de 1984. Foi no acampamento de refugiados Nasir Bagh do Paquistão durante a guerra contra a invasão soviética. Sua foto foi publicada na capa da National Geographic em junho de 1985 e, devido a seu expressivo rosto de olhos verdes, a capa converteu-se numa das mais famosas da revista e do mundo.
No entanto, naquele tempo ninguém sabia o nome da garota.
A Life Revealed

O mesmo homem que a fotografou realizou uma busca à jovem que durou exatos 17 anos. Em janeiro de 2002, encontrou a menina, já uma mulher de 30 anos e pôde saber seu nome. Sharbat Gula vive numa aldeia remota do Afeganistão, é uma mulher tradicional pastún, casada e mãe de três filhos. Ela regressou ao Afeganistão em 1992.
O beijo da Time Square


O Beijo de despedida a Guerra foi feita por Victor Jorgensen na Times Square em 14 de Agosto de 1945, onde um soldado da marinha norte-americana beija apaixonadamente uma enfermeira. O que é fora do comum para aquela época é que os dois personagens não eram um casal, eram perfeitos estranhos que haviam acabado de encontrar-se. A fotografia, grande ícone, é considerada uma analogia da excitação e paixão que significa regressar a casa depois de passar uma longa temporada fora, como também a alegria experimentada ao término de uma guerra.

Dessas fotos, encontrei dois vídeos:  o da pequena Omayra Sanches e o Protesto Silencioso. É um tanto chocante:

Acredita que O Livro de Mórmon ficou em 6º lugar como um dos livros mais vendidos no mundo? Claro que todos sabem que a mais vendida é a Bíblia.

Os dez mais ficaram com:

1 – Bíblia Sagrada: ~5-6 bilhões de cópias

2 – Citações do Comandante Mao Tsé-Tung: ~900 milhões de cópias

3 - Corão: ~600-800 milhões de cópias

4 - Dicionário Xinhua Zidian: ~400 milhões de cópias

5 - O Senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien): ~150 milhões de cópias

6 - Livro de Mórmon: ~120 milhões de cópias

7 - Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling): ~107-110 milhões de cópias

8 - O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie): ~100-110 milhões de cópias

9 - Dicionário Webster da Língua Inglesa (Noah Webster): ~100 milhões de cópias

10 - Livro Guinness dos Recordes: ~94-100 milhões de cópias

Outros livros que são campeões de vendas (temos um brasileiro):

11 – Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K. Rowling): ~77 milhões de cópias

12 – The World Almanac and Book of Facts (2003): ~73,5 milhões de cópias

13 - Harry Potter e o Enigma do Príncipe (J.K. Rowling): ~65 milhões de cópias

14 - O Alquimista (Paulo Coelho): ~65 milhões de cópias

15 - O Código Da Vinci (Dan Brown): ~60,5 milhões de cópias

16 - Harry Potter e o Cálice de Fogo (J.K. Rowling): ~55-60 milhões de cópias

17 - Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban (J.K. Rowling): ~55-60 milhões de cópias

18 – Harry Potter e a Ordem da Fênix (J.K. Rowling): ~55-58 milhões de cópias

19 - Heidi (Johanna Spyri): ~52 milhões de cópias

20 - As Minas do Rei Salomão (Henry Rider Haggard): ~50 milhões de cópias

21 - Ben-Hur- Uma História dos Tempos de Cristo (Lew Wallace): ~50 milhões de cópias

22 - A Marca do Zorro (Johnston McCulley): ~50 milhões de cópias

23 - O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry): ~50 milhões de cópias

24 - Meu Filho, Meu Tesouro (Dr. Benjamin Spock): ~50 milhões de cópias

25 – A menina e o porquinho (E.B. White): ~45 milhões de cópias

26 - Harry Potter e as Relíquias da Morte (J.K. Rowling): ~44 milhões de cópias

27 - Peter Rabbit (Beatrix Potter): ~40 milhões de cópias

28 - Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach): ~40 milhões de cópias

29 - Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez): ~36 milhões de cópias

30 – Seus Pontos Fracos (Wayne W. Dyer): ~35 milhões de cópias

31 - Em seus Passos… O que Faria Jesus? (Charles M. Shledon): ~30 milhões de cópias

32 - A Lei do Triunfo (Napoleon Hill): ~30 milhões de cópias

33 - Dicionário Oxford da Língua Inglesa (A.S. Hornby): ~30 milhões de cópias

34 - O Sol é Para Todos (Harper Lee): ~30 milhões de cópias

35 - O Vale das Bonecas (Jacqueline Susann): ~30 milhões de cópias

36 - Pássaros Feridos (Colleen McCullough): ~30 milhões de cópias

37 -  …E o Vento Levou (Margaret Mitchell): ~28 milhões de cópias

38 - A Cabana do Pai Tomás (Harriet Beecher Stowe: ~28 milhões de cópias

39 - Orgulho e Preconceito (Jane Austen): ~28 milhões de cópias

40 - O Apanhador no Campo de Centeio (J.D. Salinger): ~20 milhões de cópias

41 - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas (Dale Carnegie): ~15 milhões de cópias

42 – O Que Esperar Quando Você Está Esperando ~13 milhões de cópias

Muitas pessoas sabem que sou fã de livros, principalmente os mais absurdos. Eu queria ter mais um pouco de tempo e paciência para ler bons livros e as vezes me bate uma tristeza que não lerei todos os livros que queria ler nessa minha vida, porém,nesse site em inglês, descobri 48 bons livros clássicos para ser lidos em vários gêneros. Alguns até dei uma lidinha e conheço a história e do que se trata e realmente são muito bons! Já que como nossos líderes falam que é muito bom e recomendável ler livros seculares, deixa aí a dica de bons livros para serem lidos. Como estão em inglês, colocarei os títulos em português (e mete a cara nas pesquisas, dona Tatiane):

Novela:

  • Dom Quixote de Miguel de Cervantes;
  • As Viagens de Gulliver de Jonathan Swift;
  • Orgulho e Preconceito de Jane Austen;
  • Oliver Twist de Charles Dickens;
  • A Letra Escarlate de Nathaniel Hawthorne;
  • Moby Dick de Herman Melville;
  • Crime e Castigo de Fiodor Dostoievski;
  • Anna Karenina de Leo Tolstoy;
  • As Aventuras de Huckleberry Finn de Mark Twain;
  • O Processo de Franz Kafka

Memorias e autobiografia:

  • Confissões de Sto. Agostinho;
  • Ensaios de Michel de Montaigne;
  • Meditações de Renè Descartes;
  • Walden de Henry David Thoreau*

História:

  • Histórias de Heródoto;
  • Guerra do Peloponeso de Tucides;
  • A República de Platão;
  • O Príncipe de Maquiavel;
  • Utopia de Sir Thomas More;
  • O Contrato Social de Jean Jaques Rousseau;
  • A História do Declínio e Queda do Império Romano de Edward Gibbon;
  • A Democracia na América de Alexis de Tocqueville;
  • O Manifesto Comunista de Karl Marx

Drama:

  • Agamemnon de Ésquilo;
  • Édipo Rei de Sófocles;
  • Medéia de Eurípides;
  • As Aves de Aristofanes;
  • Poética de Aristóteles;
  • Ricardo III de William Shakespeare;
  • Sonho de Uma Noite de Verão de William Shakespeare;
  • Hamlet de William Shakespeare;
  • Tartufo de Molière;
  • The Way Of The World de William Congreve;*
  • A Doll’s House de Henrik Ibsen;*
  • Saint Joan de George Bernard Shaw;*
  • No Exit de Jean Paul Sartre*

Poesia:

  • Ilíadas de Homero;
  • A Odisséia de Homero;
  • Odes de Horácio;
  • Inferno de Dante Alighieri;
  • Os Contos de Canterbury de Geoffrey Chaucer;
  • Sonetos de William Shakespeare;
  • O Paraíso Perdido de John Milton;
  • Poesias Selecionadas de William Wordsworth;
  • Poemas de Samuel Taylor Coleridge

Assim… sou bem suspeita em falar sobre poesia, principalmente os traduzidos, porque eles geralmente perdem a essência. Os poemas em inglês, por exemplo, eles são perfeitos por causa da sua sonoridade (leia O Corvo e The Raven de Edgar Allan Poe em voz alta que você perceberá sobre o que falo). Eu mesma li vários poemas de grandes poetas americanos e ingleses (William Blake, Walt Withman…) e eu francamente não gostei muito. Os melhores poetas realmente pisaram nesse nosso solo e infelizmente muitos críticos ainda não reconheceram. Leia Augusto dos Anjos, por exemplo, que entenderá o que digo.

Alguns títulos em português não encontrei (são os com asterísticos). Não sei se ainda não foram traduzidos para o português, mas caso você, leitor, tenha alguma informação sobre tais livros e até erros, por favor, me avise!

Agora faça o favor de desligar a tv e sair do Orkut para ler um livro (ó quem fala!).

Aqueles que me conhecem, talvez se assustariam por eu citar em meu blog um best seller, já que eu não sou muito fã dessas coisas. Porém, estou a muito tempo sem ler um livro e isso me frustra. Recomecei Dom Quixote mas não consegui prosseguir com a leitura. Como eu costumo ler livros de literatura, geralmente com linguagem pesada e complicada, decidi partir para os mais simples. Então, decidi ler A Cabana, pois ouvi várias críticas sobre ele.

A leitura é comovente e prende. Na verdade, chega a ser um tanto confuso. Como fala sobre Deus, Jesus Cristo e o Espírito Santo, muita gente até pode não concordar com as doutrinas citadas no livro (eu mesma não concordei com muita coisa), mas a mensagem não deixa de ser universal. O livro te ensina a lidar com os nossos sentimentos do cotidiano como raiva, ódio, culpa, fracasso, prisão e até mesmo o amor. Esse livro ensina o porque que sofremos e para quê sofremos. A história de Mack, o protagonista central da história, comove. Acho que não seria qualquer um que agüentaria o baque e até aprenderia tamanho ensinamento. Nada é fácil, mas jamais impossível.

Se você é cético ou ateu, desista da idéia em ler esse livro porque certamente odiará. Se você é cristão, principalmente protestante, certamente se identificará com a história. Talvez você discorde de muita coisa (sendo um mórmon… inclusive, no livro fala sobre os mórmons), mas esquece a parte doutrinária do livro. Engula a essencia. Certamente você entenderá o que quero dizer.

Eu curto essas coisas didáticas (ou didaticas?) para o aprendizado. Se eu fosse professora de gramática (coisa que deixei de lado), usaria esses quadrinhos. Lembra até (ou ate?) Garfield, porém (ou porem?), é um cachorro no lugar do dono. Ignore o fato da bebida alcoólica (ou alcoolica?), porque não é sobre a bebida que estamos falando, mas sim, da reforma ortográfica (ou ortografica?).

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Eu realmente não gostei dessa nova reforma. Evanildo Bechara, o maior gramático (ou gramatico?) brasileiro disse que já (ou ja?) passamos por várias (ou varias?) reformas e não houve nenhum susto. Bem, fica aí (ou ai?) suas críticas (ou criticas?)

Quando entrei no site do Terra, deparei com uma notícia da Xuxa que fará o papel de Cinderela num novo filme dela. Passou despercebido por mim. Porém, quando li abaixo “Sasha fará o papel de Feiurinha“, meus olhos encheram. Li a matéria e final desse ano, será lançado o filme O Fantástico Mistério de Feiurinha. Excelente! Essa notícia animou o meu dia.

Não sou infantil e tampouco fã da Xuxa! É que essa história O Fantástico Mistério de Feiurinha foi um dos livros mais engraçados que li na minha vida, junto com As Aventuras de Tom Sawyer de Mark Twain. Foi escrito por um grande escritor brasileiro de literatura infanto-juvenil, Pedro Bandeira (quem leu A Droga da Obediência e A Marca de Uma Lágrima, sabe o que estou falando) e passou tanto tempo que li esse livro mas nunca vi alguém ter essa brilhante idéia de adaptá-la ao cinema. E tiveram! E não achei injusto em colocar a Xuxa no elenco, justamente pelo jus da “rainha dos baixinhos”. Até que enfim alguma luz pousou na cabeça de alguém!

Esse livro conta a história de um escritor que encontra Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, Cinderela, Bela da Fera e Bela Adormecida 25 anos depois do “… e viveram felizes para sempre”: os filhos, os problemas do casamento, a solteirice, a velhice, gravidez… coisas que nenhum escritor, nenhum Irmãos Grimm contou. E Pedro Bandeira teve essa idéia que ficou fantástica e engraçada. Várias vezes peguei rindo alto enquanto eu lia essa historia (que, na verdade, é um drama, ou seja, escrita em forma de diálogos). E torço para que a história do filme seja fiel ao livro.

As filmagens parece que vão começar essa semana e mal posso esperar o lançamento.

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