Dia a dia


Hoje é dia do professor e vamos lembrar dos professores que marcaram a nossa infancia:
Geografia, Português, Matemática, História, Inglês… Não importa. São tantas as matérias ensinadas por eles, que fica até difícil falar sobre todos os mestres. Por isso, hoje, o ONNE aproveita o Dia dos Professores e presta uma homenagem à todos, recordando alguns dos mais queridos e conhecidos professores da TV, dos quadrinhos, do cinema… Confira e mate as saudades! 

(Foto: Divulgação)

Tibúrcio – Rá-Tim-Bum

Um dos mais famosos personagens do programa Rá-Tim-Bum, exibido pela TV Cultura na década de 1990, também era professor. Marcelo Tas fazia o papel do Professor Tibúrcio, um educador muito maluco que ensinava um novo assunto a cada aula. Quem não se lembra do diálogo: “Olá classe! Olá Professor Tibúrcio! Prestem atenção porque a aula de hoje é sobre um assunto muito importante!”. Memorável figura, Tibúrcio causava espanto nos telespectadores, mas sempre ensinava importantes lições para a garotada!


(Foto: Divulgação)

Klump – Professor Aloprado

No filme “O Professor Aloprado (1996)”, Sherman Klump, interpretado pelo ator Eddie Murphy, é um professor universitário com grandes conhecimentos em genética, que, geralmente é ridicularizado por estar acima do peso. Porém, para conquistar a atenção da bela professora de matemática Denise Gaines (Jada Pinkett), ele decide tomar um de seus experimentos (em fase de testes), que altera a cadeia de DNA e faz com que ele emagreça e se transforme no bonitão Buddy Love. O único problema é que a fórmula tem um efeito temporário e Klump acaba passando por várias situações complicadas.


(Foto: Divulgação)

Pardal – Walt Disney

O Professor Pardal – que na verdade não é um pardal, e sim um galo – é um personagem criado em 1952 por Carl Barks para a Walt Disney Company, e surgiu originalmente nos quadrinhos como um amigo de Pato Donald, Tio Patinhas e Escoteiros-Mirins. O personagem ficou conhecido por suas invenções, que nem sempre funcionavam da maneira certa.


(Foto: Divulgação)

Girafales – Chaves

Na vila do Chaves (exibido no SBT de 1984 até hoje), o Professor Inocêncio Girafales, interpretado pelo ator mexicano Rubén Aguirre, é o alvo das gracinhas da garotada. Também conhecido como Professor Linguiça, o educador leciona numa escola pública e vê em seus alunos o futuro do país. No entanto, confusões da turma de Chaves e Chiquinha quase sempre o tiram do sério e ele acaba colocando os alunos para fora da sala de aula. Quem não se lembra de: “Tá, tá, tá, táááá!” ou “Não sou professor nem meu nome é lingüiça! Sou Lingüiça e meu nome é professor… Digo… sou professor e meu nome é Girafales!”.


(Foto: Divulgação)
Raimundo – Escolhinha do Professor Raimundo

Aula mais divertida que na Escolhinha do Professor Raimundo, transmitida pela Rede Globo de 1990 a 2002, impossível. Interpretado por Chico Anysio, Raimundo comandava uma turma de comediantes de peso, que incorporavam os mais diversos personagens. Quem não se lembra do velho bordão: “E o salário ó”, um sinal de diminutivo em alusão ao pequeno salário dos professores brasileiros. Deixou saudades.


(Foto: Divulgação)

Xavier – X-man

Charles Francis Xavier, mais conhecido como Professor X, é um personagem da série X-Men, criado por Stan Lee e Jack Kirby, que aparece pela primeira vez no exemplar X-Men # 1 de 1963. Mentor e fundador do grupo, o mutante Xavier é considerado um dos mais poderosos telepatas do Universo Marvel. Ao formar os X-Men, com seus 5 primeiros estudantes: Ciclope, Homem de Gelo, Anjo, Fera e Jean Grey, o professor toma como missão o sonho de convivência pacífica entre humanos e mutantes. Um verdadeiro mestre!


(Foto: Divulgação)

Girassol – As aventuras de Tintim

O professor Trifólio Girassol é um personagem da série de histórias em quadrinhos As aventuras de Tintim, criado pelo quadrinista belga Hergé em 1944. O cientista, parcialmente surdo, acaba entendendo tudo de maneira equivocada e faz a maior confusão. O personagem teria sido inspirado no explorador suíço Auguste Piccard, balonista e pioneiro na exploração de águas profundas.


(Foto: Divulgação)

Helena – Carrossel

A jovem e lindíssima professora Helena da novela Carrossel (megasucesso exibido em 1991 no SBT) era tutora, amiga e mãe de seus alunos. Com seu jeito meigo e enorme paciência, a professorinha vivida pela mexicana Gabriela Rivero era amada por toda a garotada e lembrada até hoje.

Um detalhe: A redação do ONNE também vibrou ao lembrar da querida professora Heleninha!


(Foto: Divulgação)

Indiana Jones

Henry Jones Júnior é um professor com vida dupla. Além de lecionar Arqueologia, é um aventureiro destemido e pouco convencional, que usa um chapéu, uma pistola e um inseparável chicote. Conhecido por Indiana Jones, o personagem criado por Steven Spielberg e George Lucas (1977), e vivido por Harrison Ford no cinema, é o protagonista de diversos filmes, jogos de computador e até uma série de televisão.

Quando eu era uma menina lá em Barbacena, minhas duas primas gêmeas e minha tia ODIAVAM Chaves. E eu, desde pitchuquinha, assistia, ria, assistia, ria, ria, ria… enquanto minhas primas e minha tia olhavam para mim e pensavam “que graça tem isso?”.

Aí minha tia ficou grávida e nasceu o meu primo Erick. Desde pequeno, ele foi bem apegado à mim e, pra variar, assistia Chaves comigo. Conclusão: não só gosta de Rock (embora seja otaku agora) mas também se racha ao assistir Chaves.

E minhas duas primas (irmãs do Erick), cada uma tiveram uma menina. E chuta: as DUAS são apaixonadas por Chaves!

Ou uma coisa ou outra: ou Chaves vai ficar pra próxima geração, ou tenho bom gosto ou foi praga!

É um caso a se pensar

É um caso a se pensar

Mas na verdade, nem é por isso: meu marido também gosta de Chaves. Até meu padrasto adora Chaves. Minha mãe, às vezes, gritava “não tem biscoitos” porque achava engraçado e meus amigos faziam uma rodinha para falar de Chaves.

Não adianta… Isso vai passar pra várias gerações…

Esses dias, comi no McDonads…

Como fui sozinha, eu sentei e fiquei olhando para as pessoas passando no shopping, ouvindo um rock and roll de praxe. Não sei porque, mas nesse dia fiquei realmente com vontade de comer no McDonalds. Mas antes tivesse comprado no Burger King.

Lembro uma vez que meu patrão, o Michel, pediu para um dia eu experimentar somente a carne do lanche. E foi o que fiz: é com soja! E passou a época em que um Big Mac me satisfazia. E jamais pegaria suco no McDonads… é pior que Tang.

Nisso, comendo, eu lembrava de algums fatos da minha infancia…

Quando eu era pequena, era status comer no McDonalds. Todas as minhas amigas ficavam com inveja porque eu falava que meu tio me levava no McDonalds pelo menos uma vez por semana quando eu ia para o Rio de Janeiro. Uma amiga minha, a Carla, falava que nunca tinha comido no McDonalds na vida dela. Foi que minha mãe a levou um dia e ela confessa que, embora fosse uma maravilhosa coisa que minha mãe fez, ela imaginava que fosse uma coisa diferente. Era apenas… lanche. O cachorro quente da esquina da escola, embora fosse mais barato, enchia mais. Hoje, ela confessa que enjoou de tanto comer no McDonalds.

Conheci uma mineira no Orkut, a Lorainy. Ela teve a oportunidade em vir para São Paulo e quis nos conhecer e, claro, comer no McDonalds, porque na pequena cidade onde ela morava não existia. E eu apenas disse: “Lo, a gente pode até ir no McDonalds pra te acompanhar, mas te digo: não é lá grande coisa!”. Dito e feito! Enquanto ela comia o lanche, perguntei o que ele achou ela apenas respondeu mineiramente “trem sem gosto, sô!”.

Se bem que, de lanche pra lanche, eu ainda fico com os meus três favoritos: o X-Tranqueira do Point do Sobral, o Misto Quente da tia Graça e o cachorro quente da mãe da Lívia.

Enfim…

Primeiramente, deixa eu limpar as teias de aranhas desse blog… (varre, varre, varre…) Pronto… agora vou postar…

E todos os santos que se lembrarem de guardar e fazer estas coisas, obedecendo aos mandamentos, receberão saúde para o umbigo e medula para os ossos;

E encontrarão sabedoria e grandes tesouros de conhecimento, sim, tesouros ocultos;

E correrão e não se cansarão; e caminharão enão desfalecerão.

D&C 89: 18-20

- Ô, Taty! O Marcão tá gordo, hein?

-  Ó. ò

Claro que embora eu sempre acreditei que a coxinha mais gostosa é a mais recheadinha, a coxinha alí já está recheadinha até demais! Depois que ouvi vários desses argumentos e depois do Marcos chegar em casa chateado por causa do seu peso comecei a me preocupar. Não por estética (sempre gostei de gordinhos), mas pela saúde. Então, decidi aderir com ele uma coisa que sempre odiamos…

- Taty, tá afim de sair? – disse o Marcos no telefone

- Pra onde? Não estou muito bem…

- Ah, vamos tomar uma água de coco!

- Bem, é que queria conversar contigo. Porque comprei algumas coisinhas aqui pra você pra começar uma dieta.

- Ahn… dieta? Ó.ò

- Sim. ^^ Comprei pão integral, iogurte, filé de frango, rúcula…

Não sei se vocês sabem, mas estou desempregada. Então tenho tempo para cuidar do Marcos com comida menos calórica e mais saudável. Sorte que o Marcos é um cara que gosta de comer tudo (até fígado e essas comidas nordestinas loucas… o Mário o adora como companhia). Quer dizer, sem contar a pizza da despedida e a feijoada pra dar o gosto no arroz sem sal mas… enfim… depois de uma barra de cereal aqui, uma maçã alí, um filézinho de frango e uma deliciosa salada de agrião (ele ADORA!), perdeu 1kg, segundo ele.

Na verdade, pelo que a gente percebeu, depois que o Marcos decidiu tapar a rolha da boca de litro que ele tinha na época da apostasia, ele inflou! Engordou muito! Claro, ele é uma pessoa tão ansiosa e ainda no novo trabalho, onde exigem muito dele, acaba descontando na comida. Se beber, apanha (mentira! Eu não faria isso… com força!), então o jeito é aderir!

E as fofocas? Sorte que sempre quando entra alguém na Microlins, principalmente mulheres, elas são minhas grandes comparsas:

- Olha, Taty, o Marcos não come direito! Ele fica trabalhando que nem um doido e não vai almoçar!

- ò.Ó < eu

-Ó.Ò < Marcos

- Pod’eixá que dou um jeito nele.

E foi a resposta seguinte…

- Taty, agora o Marcos está seguindo a dieta bonitinho e direitinho.

- Que bom! ^^

Gosto do modo determinado dele ser.

Na verdade, nunca fui uma pessoa radical, principalmente com dietas. Ontem mesmo, ele disse que ficou com vontade de comer um docinho mas não comeu por causa da dieta. Confesso que fiquei com dó… claro que dei um esculacho depois dele confessar que comeu uma concha de feijoada no almoço ( ¬¬ ), mas como a gente combinou?

- almoçar sempre no horário certo e, de preferencia, comer de três em três hora. Exagero? Não, explico porque: enquanto você come em três e três horas (ou, até mesmo cinco), você NUNCA vai detonar uma pratada de uma vez e é aí que mora o perigo. Come bem no café da manhã, depois come uma fruta ou uma barra de cereal, depois almoça levemente, depois outra fruta ou barra de cereal, depois uma sopinha… e assim por diante;

- se tem vontade de comer um doce, coma! Mas sem exagerar. Um só basta;

- reservar o fim de semana para comer alguma coisa mais gostosa. Não que a salada seja ruim (eu também adoro), mas a gente não é de ferro. Claro, sem exageros;

- andar, fazer academia. O problema é a falta de tempo do Marcos. Eu, na verdade, não queria que ele fizesse uma academia, mas sim uma natação. Não o quero musculoso. O quero bem!

- comer sempre carnes magras, como frango e contra-filé. Nada frito! Ou grelhado ou cozido (a gente até pensou em comprar o George Foreman Grill para isso);

- refrigerante? Bem, o Marcos mesmo tem preferencia aos sucos naturais. Eu que sou refrigerantóloca. E pensa que aqueles suquinhos de pozinho é bom? Não confio! Daí compro aquelas poupinhas de frutas. Sorte é que na frente do serviço do Marcos, tem um mercado que vende somente suco natural (e bom!) baratinho e muito gostoso! Daí, a gente bebe lá.

- e água! Eu não bebo água por besta.

- adoçante? Jamais! Sabia que, assim como o café, o adoçante tem os mesmos efeitos? Ela aumenta a osteoporose, dá ulcera e etc…  Então, de que adianta lagar o açucar para partir para algo mais perigoso? Então, pouco açucar nesse suco!

E mais algumas dicas.

Mais pra frente, contarei os resultados! Ou pensa que mórmon deve ser gordo? Há!

E desculpem por eu deixar o blog tão às moscas!

Quando eu estava indo para o trabalho, me deparei com uma pequena multidão parada em frente ao córrego do Gamelinha (ele fica entre vila Matilde e Guilhermina-Esperança), assim como carros de polícia e bombeiros. Ao me aproximar, vejo um carro batido num poste (ficou bem amassado na frente), porém, as pessoas ainda olhavam para o rio. Sem entender, me aproximei e me deparo com uma carreta com baú caído dentro do rio. Sorte (espero) do motorista é que o Gamelinha tem várias colunas deitadas, com uma distancia de pelo menos três metros de distancia cada uma e elas foram que impediram o caminhão cair no rio (embora o rio seja raso, com a água chegando ao tornozelo, ele tem uma altura de pelo menos cinco metros de altura entre o chão ao asfalto). Perguntei a um senhor do lado se o motorista do caminhão estava bem e ele também não sabia. Fiquei com uma pena ao ver a mochila do motorista caído no rio, todo molhado e saí de lá triste e até um tanto preocupada porque isso mostra que o vidro da porta estava aberta. Pelo que eu percebi pela batida, acho que ele perdeu o controle, bateu no carro da frente que foi direto ao poste e depois foi direto ao Gamelinha. Pelo jeito, tentou freiar mas acabou tombando.

Acho que vai passar na Record. A equipe de jornalismo estava presente, fazendo entrevistas e gravando.

Independente de quem seja o culptado, espero que nada tenha acontecido com os motoristas. Ficarei ligada nas notícias dos sites daqui e, em todos os casos, dou um update aqui no blog.

UPDATE:  a motorista do carro, Mariana, postou no meu blog e disse que todos estão bem (que bom!). Ela está explicando como foi o acidente. E eu tenho quase certeza que a vi no Gamelinha dando entrevista e logo imaginei que era a motorista e estava bem.

Obrigada pela visita, Mariana!

Menina de três anos desperta do coma cantando clássico do ABBA

Quando li a notícia, logo achei que fosse referente ao filme da Meryl Streep.

Não sei se vocês sabem, mas eu sou moderadora da comunidade Alternativa Kiss do Orkut. Sim, sim, aquele programa da Kiss Fm, cujo apresentador é o titio Marco Antonio. Bem, a mais de quatro anos que criei essa comunidade e, então, muitas coisas aconteceram. Sim, muito boas, entre encontros e shows.

Sábado (dia 23/05), a gente se encontrou no Centro Cultural de São Paulo, que fica no Vergueiro. Levaram muita comida deliciosa. Eu fiquei por pouco tempo porque eu tinha curso, mas foi muito gostoso rever a turma que fazia um bom tempo que não via, entre eles, o próprio titio e a Ana “Veet Maya”, onde ela falou que nós três somos o “trio inacessível”.

Bem, aí as fotos:

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Em sentido horário: eu, Arianne (que, coincidentemente é uma SUD), Patt, Carol, Banna, Ana "Veet Maya", titio Marco Antonio, Shone, Fátima e Jane

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Patt e eu (ela quem organizou o Pic Nic e fez aquela torta de frutas vermelhas maravilhosa). É, eu não sei sorrir em fotos...

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O Sérgio está com o "trio inacessível": Titio Marco Antonio (sentado), Ana "Veet Maya" e eu.

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Olha, eu detesto berinjela, mas essa aqui... sem palavras!

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A deliciosa torta de frutas vermelhas (é que não tiraram foto da torta salgada da Fátima que... olha...)

Po falar em titio, ele narra uma parte do filme Crepúsculo (quem assistiu ou quem vai assistir, presta atenção na voz de fundo quando Bella Swan faz pesquisa no Google. Sim, aquela voz é dele) e, conversando com ele sobre o filme, para ele Harry Potter é ainda melhor, hehehehehehe… E até falei que não foi apenas ele quem falou mal do filme, mas até os leitores e “twillighters” não gostaram.  A única coisa que não concordo é que ele fala que o cigarro deixa a voz mais grave.

Ah sim! Acredito!

Ah sim? Acredito!

E não é que o texto abaixo foi escolhido pelo site Vila Mulher como destaque?

Claro que há aquelas pessoas (pra variar) do “verdadeiro moralismo” que discordam. Mas ó a minha cara de quem está se importando… Hehehehehehehe…

Sim, como escrevi um artigo e se tornou público, devo me preparar para aguentar todos os tipos de críticas, certo?

Quando eu estudava na UNICSUL (que agora é apenas Universidade Cruzeiro do Sul) e fazia Letras, a área que mais gostava (quer dizer, a que mais gosto) é a literatura. E, assim, conheci vários literatos, como eu (modéstia à parte). Era que nem quando eu ia para a Led Slay: aquela disputa cirrada de quem leu mais, de quem conhece mais literatura, de quem pelo menos entendeu. No meio daquele povo (grande maioria poetas, dramaturgos, romancistas e contistas), eu ficava meio perdida. Eu amo ler. Amo escrever. Mas detesto “literature bashin‘”, porém, nesses anos de apenas ler literatura, peguei um certo preconceito com os Best- Sellers. Mas, acabei me sentindo um pouco cansada daqueles fantásticos jogos de palavras e das palavras difíceis que nossos maravilhosos escritores deixaram como herança, me deixando com uma baita dor de cabeça. E, olhando na minha estante de livros, pensei “o que vou ler? Código Da Vinci (que peguei com meu sobrinho) ou Dostoiesvki?”. Pensando… pensando… “quer saber? Que se danem os literatos! Vou ler O Código Da Vinci! Vou dar uma chance pra esse chato do Dan Brown! Assim que eu me sentir mais ativa na leitura, retornarei aos meus mestres”.

Por que pensei nisso?

O Marcos me deu um desafio de escrever um livro, cuja história martela na minha cabeça a anos (e, segundo o Marcos, é fantástica!), mas ele me deu um prazo até o final desse mês. Assim, quando eu sento no computador para escrever, acaba a inspiração. Comecei a me frustar por causa da pressão do prazo dado pelo meu marido que nem quer saber se estou escrevendo ou não.

Então, pensei: “calma, Taty! Vá por partes!” e, como diria o poeta “quem escreve mais que lê é como falar mais que escuta”, deixei de ser ansiosa demais e comecei a ler alguns best-seller para saber o que o povo está realmente curtindo ultimamente. Oras, se meu sonho é vender livros e fazer dele um best-seller, por que eu tenho que discriminar os outros? Assim, vou lendo, vou me inspirando, vou tendo idéias.

- Marcos, me compra um livro?

- Qual você quer?

- Ah, você sabe!

- Bom, vou ver… não posso te garantir, mas farei o máximo em comprar sim!

Minutos depois…

- Marcos, o que você acha de comprar a série do Harry Potter?

- Pode ser!

- Pra deixar para os nossos filhos! Assim como os livros d’Os Karas do Pedro Bandeira.

- Claro!

- Você gostou do filme?

- Gostei sim! Eu leria Harry Potter!

- Você sabe qual livro eu quero?

- Não seria o Crepúsculo?

- Não, é o Anjos e Demônios! É a continuação do Código Da Vinci. Quer dizer, parece que o Código Da Vinci foi escrito depois…

E ele agaichou na minha frente, onde eu estava deitada:

- Se empolgou em ler esses livros, né?

- Eu preciso. Eu tenho que saber o que as pessoas gostam de ler!

- Tudo bem. Vou te ajudar nisso, então – e meu um beijo no rosto (fofo!).

O Marcos me confessou que sente saudades da minha época de escritora, onde escrevia quilômetros de letras e poesia meio sem nexo, mas que, para ele, eram coisas maravilhosas e que o fizeram se apaixonar por mim (ÓóÓóÓó…). E também disse que mal pode esperar eu terminar o livro e falar às pessoas “foi minha esposa quem escreveu”. Isso me deu mais ânimo, porém na época em que eu escrevia bastante era a época em que eu engolia livros e vivia socada na biblioteca da universidade. E preciso retornar à esse meu hobbie que também considero uma terapia à mim. E mais: o livro do Dan Brown veio a calhar, porquea história que estou escrevendo também é policial e realmente nem sabia disso.

Claro… ler muito best-seller deixa a pessoa mais acomodada por ser uma leitura mais fácil e sem muito esforço (esses livros são mais indicados àqueles que tem pouco tempo de leitura, mas que gosta de ler) e por isso que devemos alternar.

Então “vamo que vamo”. Passei da metade do livro do Dan Brown e, quem sabe, mês que vem começarei outro! E assim, aumentar o acervo da minha biblioteca.

Bem, para quem nunca leu Frankeinstein de Mary Shelley (e indico… um dos melhores livros que li na minha vida!), lembre-se que o sobrenome se refere ao médico e não ao monstro, cujo nome no livro não tem (ele geralmente é chamado de Criatura).

Pois então, em Ohio, uma mulher chamada Connie Culp recebeu um tiro de espingarda do marido (quer dizer… deve ser ex-marido agora, né?) e ficou com o rosto deformado, perdendo o nariz, uma parte do palato e um olho. Porém, foi realizado o primeiro transplante facial, onde foi um resultado de sucesso. Claro que não ficou perfeito, mas ficou melhor do que antes:

Antes e depois do transplante

Antes e depois do transplante

Depois dão uma arrumadinha aqui, um aparadinha alí… mas feliz fico pela ciencia desenvolver um trabalho bacana dessa forma. Acredito que uma dessas pessoas que poderão ter essa esperança é uma moça chamada Jaqueline Saburido, uma jovem que estava num acidente, onde um motorista bêbado bateu e o carro onde Jaqueline estava pegou fogo. Todos os seus quatro amigos morreram, com excessão dela e, infelizmente, uma garota muito bonita teve o rosto e o rosto totalmente deformado (ela e os pais dela fazem campanha contra o alcoolismo nas estradas). Espero que com ela, também obtenha um resultado positivo.

Só espero que eles não tenham a idéia de fazer transplante de cérebros…

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