Não sei até onde é verdade, mas levamos em consideração que a lei seja verdadeira e aprovada ou, até mesmo, que a lei esteja no papel para a aprovação do senado.

Deixa eu explicar antes: o deputado Edison Portilho apareceu com uma lei em que a tortura de animais em rituais religiosos são permitidos. Daí então surgiu um monte de pessoas se manifestando contra essa lei. Mas essa polêmica vai até onde?

Em primeiro lugar, devo abrir aspas aqui que NÃO SOU A FAVOR DE TORTURA À QUAISQUER TIPO DE SER VIVO (deixa eu colocar até em negrito pra algums “Zé Biriba” entenderem ¬¬). Eu particularmente detesto rodeios e não sou a favor de crenças que praticam tal ato, embora eu respeite, mas vamos ver se você consegue pensar comigo.

Levamos em consideração que o sacrifício de animais é uma prática antiga, desde o velho testamento. Abraão mesmo quase ia sacrificar seu filho Isaque e depois sacrificou um animal, Abel sacrificava suas ovelhas ao Senhor e assim como muitos profetas, porém, segundo a nossa crença cristã, o sacrificio animal foi abolida depois do sacrificio expiatório do Senhor Jesus Cristo, considerando o último sacrificio. Há muitas religiões hoje em dia que pratica tal ato. Não sei quais são as religiões ou crenças em que eles ainda sacrificam animais, mas vejam só: se há uma lei no país sobre “liberdade religiosa”, proibir o sacrifício de animais não se contradiz à primeira lei? Será que o deputado não queria aprovar essa lei justamente por causa da liberdade religiosa? Se o mesmo ser aprovado, muitas religiões ainda sofrerão preconceito e multas pelas suas práticas?

Confesso que é uma lei válida sim, mas soa contraditória. Agora vamos realmente pensar num jeito certo e sensato para que nem uma crença seja desrespeitada e tampouco os animais sofram.