Até eu não! Vergonha.
Vi no Gordonerd.
Detalhe para o narrador: “olhaoronaldinho.. xxxxxxxxxxxxxxxxCHA-PEU-ZINHO nojogadordunga!
11/05/10
Até eu não! Vergonha.
Vi no Gordonerd.
Detalhe para o narrador: “olhaoronaldinho.. xxxxxxxxxxxxxxxxCHA-PEU-ZINHO nojogadordunga!
7/05/10

- Mãe, quando uma pessoa morre, os cach…
- Shhhhhhhhhhh… – fez minha mãe, me puxando os braços.
A minha pergunta seria a mais incrível do mundo. Por que ela me interrompeu? E quando saberei se os cachorros realmente choram quando as pessoas morrem? A dúvida surgiu ao ver o uivo de um vira-lata no portão da vizinha onde perdera a filha de alguns anos mais velha que eu e não sei do que. Eu tinha apenas quatro anos.
A minha lembrança daquele velório era vago. Lembro apenas da menina exposta numa mesa, coberta com um lenço e, ao seu lado, o ursinho de pelúcia que queria tanto quando era criança. Até pensei “se ela está morta, por que eles não dão o ursinho pra mim? Já que sou a única criança daqui”. Olhava para a menina por cima da mesa, por eu ser pequena. Para mim, apenas dormia, já que estava deitada e com um lençol… e por que não abraçava o ursinho? O semblante dela não era ruim. A morte não parecia ser tão ruim. Por que minha mãe não deixa eu perguntar sobre ela?
Horas antes de ir ao velório da menininha, ouvi minha mãe conversando com a minha tia, dizendo que alguém perdeu uma filha nova. Ou melhor, que “morreu”. Eu sabia, naquela época, que morrer era uma atitude ruim, segundo os grandes, mas o que era a morte eu realmente não sabia. Só soube depois, quando minha mãe impediu de prosseguir com a minha dúvida: a morte era um monstro feio que leva as pessoas sem ao menos avisar. E depois disso, tive medo dela. Tive medo de falar sobre ela porque, se a minha mãe me falou que falar dela a atraía, eu não quero morrer! Deve ser ruim, mas fazer o quê? Estou apenas seguindo os conselhos de minha mãe.
No funeral, as pessoas choravam. Olhava para elas e descobri que a morte também é triste. Danada! Por que não disse que ia aparecer? Por que a levou tão nova?
Não me lembro a quanto tempo que olhei para a menina. Uma hora? Cinco minutos? Tampouco sabia seu nome e sabe lá se minha mãe foi apenas para ver o que aconteceu. E mesmo o tempo fosse tão curto, eu não conseguia vê-la com os olhos dos adultos. Era natural como se fosse o nascer ou o por do sol. A minha cachorrinha, a Sarita, morreu. O meu avô, cujo pai da minha mãe que nunca conheci também morreu. Minha mãe também se lamentava pela morte de sua planta. Ela mata baratas! Meu pai também perdeu amigos e parentes. Então, isso não é uma coisa comum? Por que elas ainda choram, sendo que a morte vem para todos?
O padrasto da minha mãe, por exemplo, teve quatro derrames. Quando o vi, na cama, aquele homem ativo, honesto e bom, deitado e sem nenhum movimento na fala, senti uma pena enorme.
- Por que ele não morreu?
- Cala a boca, Tatiane! Não vê que está “desejando o mal” pra ele?
- Por quê besteira? Não seria melhor do que vê-lo sofrendo em cima dessa cama?
Ela se calou.
Durante minha infancia medonha pela morte e pela adolescencia a adorando, descobri aos poucos que a morte não é nada mais e nada menos que um processo da vida. Descobri isso com um tio meu, que morreu de AIDS quando eu tinha apenas 13 anos de idade:
- As pessoas que tem medo da morte é porque nunca viveram – disse ele, uma vez à minha mãe.
A morte de meu tio foi um baque sem tamanho à minha mãe. Sofreu, se sentiu culpada, culpava… foi um inferno psicológico perder o irmão caçula e seu melhor amigo.
Anos mais tarde, foi ela quem adoeceu, devido ao câncer. E estava eu diante de uma suposta perda.
Perda?
Minha mãe era evangelica e sua religião jamais falara que a morte era uma coisa ruim. Os budistas, os espíritas, os católicos, os adventistas, os mórmons, os muçulmanos… nenhum deles citam a morte como o que aprendi na infancia.
Foi quando minha mãe me veio com uma confissão, isso anos depois quando ela me impedira de perguntar sobre a dor dos cães ao perder os donos para a morte:
- Filha, tenho medo de morrer.
Olhei naquele instante para ela com um olhar sério. Ela me olhava tristemente. Eu já tinha a absoluta certeza que, no estado que ela estava, ela ia partir brevemente. Aquilo me machucava, porém me acalmava ao mesmo tempo.
- Mãe, quem criou a morte?
- Deus?
- E se a morte fosse ruim, Deus a criaria?
Minha mãe teve seu semblante modificado. Olhou para o lado, para a cima e me olhou do tipo “você está certa!”. Oras, como pode uma menina que, com apenas vinte anos solta uma pergunta dessa forma. E obviamente, com respostas suncintas.
Assim, voltei a ver televisão e percebi que, depois disso, o que minha mãe achava aquela “monstra” ruim e severa, não passava de apenas um processo de colhimento que o Senhor faz ao passar em Seu jardim. E por que, não, colher as suas flores preferidas para enfeitar a Sua sala ou a Sua estante e deixar o ambiente mais agradável?
E assim, o Senhor a colheu. Chorei, mas um pouco de alivio porque ela parou de sofrer. Da mesma forma que eu olhava a minha mãe naquele caixão, era a minha visão quando eu tinha quatro anos quando eu olhava para aquela menina morta.
- Está apenas dormindo. – pensei.
27/04/10
Não sei até onde é verdade, mas levamos em consideração que a lei seja verdadeira e aprovada ou, até mesmo, que a lei esteja no papel para a aprovação do senado.
Deixa eu explicar antes: o deputado Edison Portilho apareceu com uma lei em que a tortura de animais em rituais religiosos são permitidos. Daí então surgiu um monte de pessoas se manifestando contra essa lei. Mas essa polêmica vai até onde?
Em primeiro lugar, devo abrir aspas aqui que NÃO SOU A FAVOR DE TORTURA À QUAISQUER TIPO DE SER VIVO (deixa eu colocar até em negrito pra algums “Zé Biriba” entenderem ¬¬). Eu particularmente detesto rodeios e não sou a favor de crenças que praticam tal ato, embora eu respeite, mas vamos ver se você consegue pensar comigo.
Levamos em consideração que o sacrifício de animais é uma prática antiga, desde o velho testamento. Abraão mesmo quase ia sacrificar seu filho Isaque e depois sacrificou um animal, Abel sacrificava suas ovelhas ao Senhor e assim como muitos profetas, porém, segundo a nossa crença cristã, o sacrificio animal foi abolida depois do sacrificio expiatório do Senhor Jesus Cristo, considerando o último sacrificio. Há muitas religiões hoje em dia que pratica tal ato. Não sei quais são as religiões ou crenças em que eles ainda sacrificam animais, mas vejam só: se há uma lei no país sobre “liberdade religiosa”, proibir o sacrifício de animais não se contradiz à primeira lei? Será que o deputado não queria aprovar essa lei justamente por causa da liberdade religiosa? Se o mesmo ser aprovado, muitas religiões ainda sofrerão preconceito e multas pelas suas práticas?
Confesso que é uma lei válida sim, mas soa contraditória. Agora vamos realmente pensar num jeito certo e sensato para que nem uma crença seja desrespeitada e tampouco os animais sofram.
16/04/10
14/04/10
Lembro a muito, muito tempo atrás, assisti um vídeo de um pastor singular que vivia falando que a Xuxa era da igreja satânica, que dava o sangue 2x por ano nessa igreja que se localizava em São Francisco, Califórnia (provavelmente inspirado naquela música Hotel California dos Eagles) e etc. Só que… assim… eu sinceramente me soou muito esquisito.
Eis então que, fuçando no Youtube, descubro isso (e se você for chorão de vídeo, arrume logo um rolo de papel higiênico):
Agora não entendo porque a Xuxa ainda não processou o tal pastor. Acho que, pra ela, não valeria a pena.
Só pra constar: o belo rapaz que aparece no vídeo é o ator Flavio Silvino. Ele ficou muito famoso na década de 90 na novela Vamp como Matosão (lembra? Não, eu não lembro) e ele sofreu um gravíssimo acidente, onde ficou 3 meses em coma e, assim que se recuperou, ficou com seqüelas. Agora deve estar super bem.
E tem gente que ainda não acredita em milagres…
13/04/10
Depois do enorme sucesso que fiz nesse blog com o post Piercing: uma moda perigosa, depois de quase 100 (!!!) comentários da mesma, eis que digo: mato a cobra e mostro o pau. Isso é um dos maiores segredos de ser um SUD. Embora eu postei as fotos no post nº1, vamos fazer um”Vale a Pena Ver de Novo”.
E olha como as minhas teorias não estão erradas:
Eu não nego que o piercing é bonito. Acho uma moda simpática, mas é muito perigosa. Como eu detesto ficar coisas sem prática, por via das dúvidas, melhor não colocar. Antes prevenir que remediar, não é mesmo?
E obrigada ao irmão Sergio Caetano, que enviou as fotos por e-mail.
7/04/10
Tanto GTA quanto The Sims rolam algumas musiquinhas simpáticas mas que realmente existem. Logo, o The Sims 2 pro PSP rola até Paramore, mas uma musiquinha que achei super simpática é essa do Ryan Ferguson chamada Suddenly:
Sem contar no GTA que rola clássicos como as músicas do Foreigner, Slayer, Judas Priest… entre outros. O mais bacana é essa da banda Human Leage chamada (Keep Feeling) Fascination.
Quer dizer: até no video-game eu encontro música! Ô loco…
7/04/10
E quem disse que apóstolo não sabe contar piada?
É que ele não é palmeirense, porque com certeza, ele ia contar que corintiano não lê jornal aos domingos porque domingo é dia de classificados .

Rááááááááááááá!
Roubado descaradamente do site Portal SUD.
31/03/10
Agora o blog volta com força total, assim como eu voltei à igreja.
Confesso que não postei no blog porque infelizmente me afastei um tempo da igreja, mas retornei (lero-lero!) e, assim como de costume, o testemunho sobre a verdadeira igreja nunca acaba.
E, claro, como de praxe, coloco meu blog em dia (mas aos poucos, tá?). Acredito que tenha perdido muitos leitores, mas logo eu reconquistarei a todos.
Obrigada aos meus amigos twitteiros SUD que me deram uma força e prestaram seus testemunhos à mim. Obrigada aos meus amigos da ala Vila Matilde pela força e pelo carinho. Obrigada ao Pai Celeste por nunca ter me abandonado.
Obrigada!

30/11/09
Tem uma moça que conheci no Orkut que tem uma voz maravilhosa, que é a Aninha, uma mineira que canta bem “pá daná”. Embora ela tenha um gosto musical diferente da minha, a gente conversa bastante sobre música. No entanto, ela conseguiu cantar ao lado do seu ídolo, o tal Jason Mraz. Olha só
Produtores, fazem o favor de prestarem bem atenção nessa menina, tá? No entanto, a Aninha até tentou no Ídolos, mas eles a dispensaram. Uma pena. Ela tem talento.