Depois de uma hora tentando configurar o Ubuntu para assistir o dvd, finalmente assistimos O Curioso Caso de Benjamin Button, baseado num conto do escritor norte-americano F. Scott Fitzgerald.
O filme, ao mesmo tempo dramático, é hilário (vide o homem que foi atingido por um raio sete vezes). Conta a história de um bebê que nasceu com aparencia e problemas de um velho de 80 anos e, com o passar do tempo, vai rejuvenescendo. E, de praxe, Brad Pitt está ótimo! Adoro as atuações dele (assim como no filme Queime Depois de Ler, um filme para ou amar ou odiar). A maquiagem que fizeram no Brad Pitt foi fantástica (acho que até ganhou o Oscar).
Eu simplesmente curti o filme, embora seja até um tanto cansativo durante os 166 minutos, mas é um filme pra guardar.
Segundo a teoria do Marcos
- Teve um erro nesse filme! O cara deveria ter nascido grandão, né?
- Ah, eu já joguei! Uma vez, estava jogando “Stop” e ninguém sabia o nome da fruta com a letra E. E eu sabia!
- Fruta com a letra E? – eu e o Elder Benites ficamos cismados com essa do Elder Pierce. Sim, no Brasil existem N frutas diferentes, mas não lembrava de nenhuma fruta com a letra E.
- Taty, faz um favor? Amasse dois limões no copo para mim? – disse o Marcos, tomando banho.
Olhei para ele, pensando o que ele ia fazer com um suco de dois limões no banheiro? Será que ele está com vontade de tomar uma limonada? Pois bem, eu fiz. Daí levei para ele.
Quando penso que não, ele taca na cabeça.
- É que o Moura falou que ele acabou com as caspas jogando limão na cabeça.
Bem, eu achava muito melhor indo num demartologista, já que o limão é extremamente ácido, mas como eu sempre estou errada…
Então, a algum tempo atrás, eu aluguei O Código Da Vinci e assisti. Pensei que eu iria me decepcionar mas até que não. Claro que houve algumas alterações, certas coisas ficaram no ar mas eu achei bacana. A adaptação não foi uma coisa tão ruim quanto as pessoas falavam. Embora Tom Hanks tenha me decepcionado com algumas coisas que ele falou sobre nós, mórmons, ele ainda é um dos meus atores favoritos (vou deixar passar só porque eu gosto de você, tá, Mr. Hanks?).
Mas, enfim, agora falta eu assistir Anjos e Demonios.
Quando estava lendo Anjos e Demonios do Dan Brown, eu pensava que ele estava tentando ficar “de bem” com a ICAR, passar um pano na má impressão que ele deixou n’O Código Da Vinci, porém achei mais tenso que o primeiro. Agora me danei em querer conhecer Roma, rs…
E quem não chora ao assistir A Espera de Um Milagre? Sempre choro quando o prisinoneiro Edward Delacroix olha para o Mr. Jingles e fala “Jat’aime”. Edward Delacroix é o personagem que mais gosto (embora o ator já partiu, snif…).
Além da trupe de atores ser fantaśtica! Adoro o ator que interpreta o “Problem Child”. É engraçado, irônico, revoltante… e adoro esses tipos!
Sem palavras para esse filme. Simplesmente demais! Eu e o Marcos assistimos em inglês com legendas em inglês também para a gente ter mais acesso à lingua.
Por acaso, conheci uma garota que é muito fã do Michael Jackson. E em seu blog Caiu Muita Garoa, ela comenta sobre a triste vida do pop star. Eu, sinceramente, não sabia que ele sofreu tanto, coitado.
Michael Jackson sofreu durante a sua vida. Sobre a rigidez de seu pai ao assistir um ensaio dos Jackson 5 com o cinto na mão, caso errarem, os boatos de que dormia numa cama onde retardava o envelhecimento ( ¬¬ ), os inúmeros casos de pedofilia (onde em TODOS ele foi absolvido, inclusive um dos meninos alegou a mentira), enfim… isso acabou com o cara.
E, claro… a especulação da mídia acima da vida dele.
No blog da Aninha, ela falou sobre a resposta de Michael à mídia sobre as coisas que falaram sobre ele no clip Leave me Alone (que, de fato, uma das músicas que mais gosto dele). Comecei a reparar muito mais no clip com a visão mais crítica:
Algumas coisas reparei:
- toda a vez que ele aparece num jornal, ele fala “I don’t care what you talkin’ ’bout, baby / I don’t care what you say” (eu não me importo sobre o que você fala, baby / eu não me importo com o que você diz). Ferroada na mídia?
- nota que as notícias de Michael no jornal são os mais absurdos possíveis;
- quando ele voa num aviãozinho, repara que o clip faz uma alegoria à história “As Viagens de Gulliver”. Gulliver tinha um certo asco com os humanos porque eles causavam intrigas por coisas tolas;
- um parque de diversões construída por cima dele. As pessoas se divertindo às suas custas?
- os cães do filme, sempre escondidos, aparecem vestidos de terno e gravata, com jeitão de repórteres. Esquisito,não?
- o Michael dançando com uma bola de ferro. Prisão?
- ele se erguendo, cabeça para o alto, destruindo o parque de diversões.
Sempre curti mensagens subliminares, mas as bem dadas! As ferroadas desse clip demonstra o quanto o Michael se sentia chateado com que a imprensa falava.
Enfim, o pequeno garoto que queria salvar o mundo (lembre-se que o We Are The World é um projeto DELE) e que as especulações não deixavam.
É fogo… mas valeu, Michael, da mesma forma. Suas intenções foram as melhores, eu sei.