Tem uma moça que conheci no Orkut que tem uma voz maravilhosa, que é a Aninha, uma mineira que canta bem “pá daná”. Embora ela tenha um gosto musical diferente da minha, a gente conversa bastante sobre música. No entanto, ela conseguiu cantar ao lado do seu ídolo, o tal Jason Mraz. Olha só

Produtores, fazem o favor de prestarem bem atenção nessa menina, tá? No entanto, a Aninha até tentou no Ídolos, mas eles a dispensaram. Uma pena. Ela tem talento.

Eu já contei que eu tocava blues?

Então, já faz pelo menos uns dois anos que não toco bateria e está mais que decidido que retornaremos aos palcos: eu, Marcos e o Sandrão.

Eu posso contar a minha história de musica?

Quem me conhece, sabe da minha história como batera e tudo começou quando eu conheci um tal de Eduardo e montamos uma banda chamada Sessão das Dez e eu decidi tocar bateria. Mas tinha um porém: eu NUNCA toquei bateria. E nem tinha. No entanto, a banda não deslanchou. E nessa época, eu conheci a Lívia, uma tampinha magrelinha fã do Guns N’ Roses que tocava guitarra. Eu e o Eduardo ficamos super amigos dela e decidimos montar uma banda, o TEL (Tatiane, Eduardo e Lívia). O nome veio como uma brincadeira, mas pegou. Durante a minha amizade com o Eduardo e meu fanatismo pelo The Doors, conheci o Blues. Embora o Eduardo tocasse violão com a gente, ele tinha uma paixão secreta por gaitas. Foi aí que conheci Hollin’ Wolf, Bo Diddley, John Lee Hooker, Sonny Boy Williamson, Robert Johnson…

O TEL tocava bem meia boca: um violão bem fuleiro, uma pandeirola velha e uma guitarra bacana (era o único bom instrumento que a banda tinha), mas a gente gravava, fazia composições e deslanchava. E foi no dia do meu 16º aniversário que minha mãe me deu uma bateria de presente.

Sabe como descobri minha vocação como baterista?

A Lívia tem uma amiga, a Carol, que tinha uma Pearl (considerada uma das marcas mais cobiçadas de bateria) e ela me ensinou. Em poucos instantes, já estava tocando e a Lívia ficou super impressionada com o meu desempenho. Foi daí que a Carol disse “Taty, você tem jeito pra bateria”.

E o TEL tocou em vários lugares e tocamos com várias pessoas. Entre eles, o QPam, vocalista da banda Decore (tocamos contrabaixo juntos).

Por falar em Decore, o TBex, baixista da banda, tocou pelo menos um ano com a gente. Ele sempre fala que quem o descobriu e o quem colocou no mundo da música foi eu e hoje está numa banda grande e tocaram até na Europa (chique no úrtimo).

Bem, o Betão quis tocar com o QPam e, durante isso, o QPam tocou comigo (confesso que foi um dos melhores caras que toquei na minha vida). E no mesmo dia que o QPam tocou, o Eduardo decidiu sair da banda para tocar Blues.

A banda teve a sua segunda formação: Eu, Lívia, Jefferson (que, durante os ensaios do TEL, aprendeu a tocar guitarra muito bem), Cae e Elvio (como tecladista). Bem, o Cae saiu da banda (tocou contrabaixo por um pouco período e DEVERIA voltar a tocar porque estava se saindo super bem), o Elvio também. E entrou o Uillians.

Daí conheci o Marcos. E ele sempre falou de um tal de Sandro, que tocava pra caramba.

Foi num dia que, a gente já morando juntos, que o Marcos conseguiu o telefone do Sandro e ele foi em casa. Quando o Sandro tocou “Go Home” do Ten Years After, fiquei tão impressionada com a pegada, com o modo nada virtuoso dele tocar, com o feeling do moleque (na época, o Sandro tinha 19 anos… sim, só 19 anos) que decidi NA HORA largar o mundo do Rock and Roll e tocar adivinha?

Blues! Que nem o Eduardo.

Foi amor à primeira vista e confesso que estava meio de saco cheio de metal, de Rock… queria algo diferente e assim, montamos uma banda de Blues.

Mas… e o nome da banda?

Foram vários nomes selecionados. O primeiro era “Ailton Carpenter’s Blues Band” (nome do pai do Sandro que é carpinteiro), mas como o Sandro teve uma discussão com o pai, ficou enfezado e resolveu mudar o nome. Daí decidimos colocar de “Blues In Flames” e quando o Sandro foi falar o nome da banda, saiu “Blues Infames”. Rimos. E ficou.

E o resultado foi isso:

Fomos bem elogiados nas nossas apresentações. Titio Marco Antonio, por exemplo, vive me enchendo os pacovacos pra gente voltar a tocar. No entanto, ele mesmo disse que se a gente tivesse uma demo, ele faria de tudo pra gente tocar n’O Garimpo num programa chamado “Kiss In Concert”, que rola todo o domingo.

Foi por causa desses elogios que a gente decidiu voltar.

E por que paramos? Bem, a gente vivia em momentos muito difíceis: o Marcos vivia desempregado e o Sandro também. Agora que tudo se estabilizou, a gente resolveu voltar.

Então aguardem o retorno do Blues Infames e, desta vez, com a corda toda!

Eu contei que toco bateria? Então… provavelmente nesse mês de dezembro, eu e o Marcos compraremos nossos instrumentos para voltar a tocar com o Blues Infames. Está tudo pronto, com músicas selecionadas e com o guitarrista empolgado (de praxe, claro!). Logo abriremos um blog sobre a banda.

E para dar esse plus na minha empolgação, vai um vídeo do melhor baterista que já vi (e quero tocar que nem ele!).

Não… não é o Jackie Chan…

É muito chato quando a gente recebe recado de pessoas que nos ofendem no blog. Eu mesma recebi inúmeros recados de pessoas que não concordam com a minha opinião, porém muitas chegam a tal extremo e perdem o respeito com si mesmas usando palavras de baixo calão, ofensiva e jocosa, mas te confesso que é mais triste é receber uma ofensa de um irmão de igreja.

E hoje aconteceu comigo no blog.

Não estou me fazendo de vítima e nem de coitadinha, porém, vindo da boca de um irmão de igreja é mais dolorido do que de qualquer pessoa. Por simples fato: as pessoas tem uma visão distorcida da nossa igreja e, quando aparece um tipo assim, a visão negativa que as pessoas tem da igreja jamais se perde. E o pior de tudo é que levamos o nome do Senhor Jesus Cristo. Já pensou como as pessoas pensariam quando ler um texto de um mórmon chamando seu próprio irmão de idiota? Será que eles vão acreditar que não é isso que aprendemos na igreja?

Sim! Somos falhos, erramos, pecamos e eu não digo que sou perfeita e amanhã serei transladada, mas a gente aprende que ofender alguém também ofende o espírito e que provavelmente, você responderá por isso.

Ninguém tem obrigação em concordar com tudo que escrevo e com todas as minhas opiniões, assim como não concordo com muitas opiniões (e aqueles que me conhecem, sabem muito bem como sou de personalidade forte para mudar de opinião), porém não cabe a ninguém a ofender o outro, ferir a opinião alheia (aquele que fere com a espada…), mas lembre-se: liberdade de expressão existe para todas as pessoas, não é mesmo?

Pense bem!

Respeito é bom e mantém os dentes no lugar.

Era 10:12 da noite quando as luzes apagam. E, depois de tomarmos sorvete à luz de geradores, vimos que não tinha luz em nenhum lugar enquanto nossos amigos nos levaram para casa. Quando cheguamos em casa, vimos nossos vizinhos no quintal. O Fernando, pai do pequeno Luis Felipe, comentou que viu uma luz forte na Radial Leste e que ficou assustado. Dona Cida e seu Giovanni ficaram preocupados com a filha Renata presa no metrô. O Marcos tentava ligar para o nosso amigo pelo celular, o avisando para não tomar metrô porque acabou a luz geral (ele mora na zona norte)  mas não tinha rede. Seu Giovanni avisou antes. O mesmo falou que o filho dele, que mora na zona oeste, também estava com falta de luz. E eu, tentei sintonizar a Kiss Fm e só chiava. O pequeno Luis Felipe chorou de susto no colo da sua mãe enquanto estávamos num breu. E consegui sintonizar meu celular numa rádio, a Eldorado, dando as notícias da falta de luz.

A falta de luz atingiu até o Paraguai.

E lá ficamos, no quintal, conversando sobre o tal blecaute que atingiu nove estados, inclusive Distrito Federal.

Ou seriam 18 estados?

Não sei. Só sei que o Brasil literalmente apagou no dia 10 de novembro. Todo mundo ficou assustado com a situação, achando que um acidente mais grave havia acontecido para dar aquele blecaute. E cada vez mais as notícias da única rádio que pegava no meu celular nos assustavam.

Mas uma coisa boa aconteceu.

Eu não sabia que a minha vizinha, a Renata, era fisioterapeuta. Fazia muito tempo que eu não conversava com o seu Giovanni e nem sabia que ele tinha mais filhos. Dona Cida, de pijama, era engraçada. O Luis Felipe teve a oportunidade de ver o mundão escuro pela laje da minha casa, o Marcos esqueceu o PSP e eu conheci o marido da Marlene, o Fernando, pai do Luis Felipe e a gente nunca sentamos para conversar. É um cara super gente fina. Uma pena que a nossa vizinha Leleu e seu filho Lucas não estávam em casa, senão o papo seria maior. Até tive a idéia de fazer pipoca mas foi deletada da mente. Tomei banho gelado e a água estava uma delícia! Pude conversar melhor com o Marcos à luz de velas e foi divertido! Embora assustasse, era belo ver o mundão escuro, somente à luz da lua. Naquele dia eu tive certeza de que ela brilhava realmente.

De vez em quando é bom voltar ao passado, mesmo que isso tenha prejudicado milhares de pessoas, mas vi relatos de pessoas que conheceram vizinhos de prédios que nunca viram, ficaram conversando embora o problema nacional.

A tecnologia nos beneficia, mas ele afasta um pouco as pessoas. Perdemos um pouco esse calor humano. Claro que, com a tecnologia, conheci pessoas de vários lugares, mas não é a mesma coisa quando conhecemos a pessoa pessoalmente, quando temos contato com elas diretamente, quando a abraçamos, quando damos um beijo no rosto, quando ouvimos a sua voz e a forma de se expressar.

Uma pena que a luz acabou numa terça-feira de noite..,

Eis que no corredor de uma faculdade paulista, aparece uma moça de mini saia e, segundo dizem, de calcinha fio dental. A escola parou em peso para xingar a menina. E, além de tudo isso, a insultada foi expulsa da escola.

Agora, lhe pergunto: quem foi o errado nessa história toda? A loira que foi com uma hiper mega saia curta pra faculdade? Os universiotários? Ou a reitoria?

Sinceramente? Acho que não há um bonzinho nessa hisória toda.

Fato da moça: ela pode até gostar de usar micro saias, mas acho que há lugares certos para usar tais tipos de roupa. Uma universidade, onde há pessoas de todos os tipos e padrões não se sentiriam bem e, sim, a julgará pelas vestes. Seria hipocrisia da minha parte em dizer que não julgaria, porque eu sim.

Fato dos universiotas: como conseguiram parar uma universidade IN-TEI-RA para ofender a moça? Ela pode ser a maior maçaneta da história, mas não cabe ninguém ofender. Exporam-se ao ridículo e queimaram a imagem da UNIBAN. Qual empresário ou qualquer pessoa do ramo contrataria tais alunos com tais atitudes?

Fato da reitoria: infelizmente não existe nenhuma cláusula alegando tipos de roupas em universidade, sobre moralidade. A universidade alega que o tumulto foi até culpa da aluna. Sim, eu não duvido que tenha sido SOMENTE o vestido curto, porque existem N moças que usam vestidos até mais curtos, mas a reitoria realmente peidou na tanga dessa vez. Causa ganha dessa menina.

Enfim, é por essas atitudes na nossa educação que estamos enfiando cada vez mais profissionais desqualificados, imaturos e anti éticos para cuidar da economia do nosso país.

E ainda fico com “o povo tem o governo que merece”.

Gente,não se assustem! Estou vivinha da silva! Mas é que me lembrei da célebre frase de Barney Gumble, o bêbado mais adorado dos Simpsons. É que a internet deu trick-trick e lá vai saber quando a Telefonica vai arrumar a parada (pra variar).

Na verdade, eu ia colocar uma musiquinha pra animar o blog, mas o magnífico Internet Explorer da Lan House não permite. Então fica com apenas “até logo com mais um”

E EU RESPONDI: NÃO SEI – 1 NÉFI 13:22

Hoje é dia do professor e vamos lembrar dos professores que marcaram a nossa infancia:
Geografia, Português, Matemática, História, Inglês… Não importa. São tantas as matérias ensinadas por eles, que fica até difícil falar sobre todos os mestres. Por isso, hoje, o ONNE aproveita o Dia dos Professores e presta uma homenagem à todos, recordando alguns dos mais queridos e conhecidos professores da TV, dos quadrinhos, do cinema… Confira e mate as saudades! 

(Foto: Divulgação)

Tibúrcio – Rá-Tim-Bum

Um dos mais famosos personagens do programa Rá-Tim-Bum, exibido pela TV Cultura na década de 1990, também era professor. Marcelo Tas fazia o papel do Professor Tibúrcio, um educador muito maluco que ensinava um novo assunto a cada aula. Quem não se lembra do diálogo: “Olá classe! Olá Professor Tibúrcio! Prestem atenção porque a aula de hoje é sobre um assunto muito importante!”. Memorável figura, Tibúrcio causava espanto nos telespectadores, mas sempre ensinava importantes lições para a garotada!


(Foto: Divulgação)

Klump – Professor Aloprado

No filme “O Professor Aloprado (1996)”, Sherman Klump, interpretado pelo ator Eddie Murphy, é um professor universitário com grandes conhecimentos em genética, que, geralmente é ridicularizado por estar acima do peso. Porém, para conquistar a atenção da bela professora de matemática Denise Gaines (Jada Pinkett), ele decide tomar um de seus experimentos (em fase de testes), que altera a cadeia de DNA e faz com que ele emagreça e se transforme no bonitão Buddy Love. O único problema é que a fórmula tem um efeito temporário e Klump acaba passando por várias situações complicadas.


(Foto: Divulgação)

Pardal – Walt Disney

O Professor Pardal – que na verdade não é um pardal, e sim um galo – é um personagem criado em 1952 por Carl Barks para a Walt Disney Company, e surgiu originalmente nos quadrinhos como um amigo de Pato Donald, Tio Patinhas e Escoteiros-Mirins. O personagem ficou conhecido por suas invenções, que nem sempre funcionavam da maneira certa.


(Foto: Divulgação)

Girafales – Chaves

Na vila do Chaves (exibido no SBT de 1984 até hoje), o Professor Inocêncio Girafales, interpretado pelo ator mexicano Rubén Aguirre, é o alvo das gracinhas da garotada. Também conhecido como Professor Linguiça, o educador leciona numa escola pública e vê em seus alunos o futuro do país. No entanto, confusões da turma de Chaves e Chiquinha quase sempre o tiram do sério e ele acaba colocando os alunos para fora da sala de aula. Quem não se lembra de: “Tá, tá, tá, táááá!” ou “Não sou professor nem meu nome é lingüiça! Sou Lingüiça e meu nome é professor… Digo… sou professor e meu nome é Girafales!”.


(Foto: Divulgação)
Raimundo – Escolhinha do Professor Raimundo

Aula mais divertida que na Escolhinha do Professor Raimundo, transmitida pela Rede Globo de 1990 a 2002, impossível. Interpretado por Chico Anysio, Raimundo comandava uma turma de comediantes de peso, que incorporavam os mais diversos personagens. Quem não se lembra do velho bordão: “E o salário ó”, um sinal de diminutivo em alusão ao pequeno salário dos professores brasileiros. Deixou saudades.


(Foto: Divulgação)

Xavier – X-man

Charles Francis Xavier, mais conhecido como Professor X, é um personagem da série X-Men, criado por Stan Lee e Jack Kirby, que aparece pela primeira vez no exemplar X-Men # 1 de 1963. Mentor e fundador do grupo, o mutante Xavier é considerado um dos mais poderosos telepatas do Universo Marvel. Ao formar os X-Men, com seus 5 primeiros estudantes: Ciclope, Homem de Gelo, Anjo, Fera e Jean Grey, o professor toma como missão o sonho de convivência pacífica entre humanos e mutantes. Um verdadeiro mestre!


(Foto: Divulgação)

Girassol – As aventuras de Tintim

O professor Trifólio Girassol é um personagem da série de histórias em quadrinhos As aventuras de Tintim, criado pelo quadrinista belga Hergé em 1944. O cientista, parcialmente surdo, acaba entendendo tudo de maneira equivocada e faz a maior confusão. O personagem teria sido inspirado no explorador suíço Auguste Piccard, balonista e pioneiro na exploração de águas profundas.


(Foto: Divulgação)

Helena – Carrossel

A jovem e lindíssima professora Helena da novela Carrossel (megasucesso exibido em 1991 no SBT) era tutora, amiga e mãe de seus alunos. Com seu jeito meigo e enorme paciência, a professorinha vivida pela mexicana Gabriela Rivero era amada por toda a garotada e lembrada até hoje.

Um detalhe: A redação do ONNE também vibrou ao lembrar da querida professora Heleninha!


(Foto: Divulgação)

Indiana Jones

Henry Jones Júnior é um professor com vida dupla. Além de lecionar Arqueologia, é um aventureiro destemido e pouco convencional, que usa um chapéu, uma pistola e um inseparável chicote. Conhecido por Indiana Jones, o personagem criado por Steven Spielberg e George Lucas (1977), e vivido por Harrison Ford no cinema, é o protagonista de diversos filmes, jogos de computador e até uma série de televisão.

Até eu!

É bom assistir várias vezes pra entender o que o cara tá falando. É muito engraçado!

Fonte: Não Salvo

No começo, eu nem estava entendendo o filme (era engraçado a cara do Marcos olhando pra mim de “ahn?”), mas quando o filme começa a desandar, você começa a entender e essa confusão do começo do filme foi o que mais me segurou para assistir até o final e entender. Mas o filme é muito triste! Depressivo demais!

Will Smith se saiu super bem nesse papel dramático. Adorei sua atuação.

Só aconselho a não assistir esse filme quando estiver em crise depressiva, porque é muito, mas MUITO triste! Embora eu não chorei no filme, mas dormi triste.

Ele Não Está Tão a Fim de Você conta com um grande elenco, mas me deixou muito a desejar, embora não seja um filme ruim. É que assisti por meio que obrigada porque foi escolhida por maioria de votos, mas quem curte comédia romantica, curtirá esse filme. Só achei que mostraram a mulher de uma forma meio… medíocre. Fora isso, é divertido.

O filme valeu pela linda Scarlett Johansson. Adoro ela!

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